10 de Julho de 2009

Governança SOA

Arquivado sob: Arquitetura, SOA — marco @ 09:15

Diversas empresas da primeira onda de SOA criaram um vasto portifólio de serviços em suas implementações de automação de processos de negócio. Muitas destas empresas, entretanto, criaram serviços não governados, i.e, serviços sem controle (sem cadeias de autoridade, controle de mudanças, versões, relacionamento entre serviços, políticas de reuso). A consequência foi um desalinhamento entre o valor esperado pelo programa SOA e um valor realmente obtido.

A governança SOA surge neste contexto de desalinhamento. O seu objetivo é prover algum nível de controle destes serviços para que possamos gerir cuidadosamente o investimento de TI destas iniciativas de melhorias.

Para tornar concreto nosso raciocínio, vamos usar um exemplo prático associado ao desenvolvimento de WebServices. Podemos ter uma política de governança SOA para testes de WebServices que diga que todo arquivo .WSDL seja interoperável conforme com o padrão de interoperabilidade de WebServices WS-I Basic Profile 1.1. Este exemplo de governança garante que um WSDL criado em Java será compatível com um cliente de serviço escrito em ASP.NET.

Um centro de excelência SOA, que descrevemos em outro post, seria responsável pela implementação deste tipo de política de governança em uma organização.

Fizemos recentemente uma apresentação sobre este tópico, que gostaria de compartilhar neste nosso espaço.

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